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  • Lei Frágil: Acusado de matar ex-Mulher é condenado a 9 anos, mas vai responder em liberdade

    De acordo com informações, Antonio defendeu o filho em uma briga com familiares da vítima, mas não sabia que o mesmo já havia a assassinado. Por esse motivo foi acusado como coautor no crime. Só agora, segundo a defesa do Sr. Antonio, o mal entendido


    Lei Frágil: Acusado de matar ex-Mulher é condenado a 9 anos, mas vai responder em liberdade

    Foram novamente julgados nesta terça-feira (29) no Fórum Ministro João Mendes, em São Gonçalo dos Campos, os acusados Ubirajara Alves dos Santos (Bira), e seu genitor, Antonio Bispo dos Santos, ambos residentes no povoado do Jenipapo, zona rural desta cidade.
     
    No julgamento desta terça-feira, presidido pela juíza Eli Cristiane Esperon Miranda, Ubirajara foi condenado a pena de 9 anos de reclusão em regime aberto, ou seja, cumprirá a determinação em liberdade. Seu pai, Antonio Bispo, foi absorvido.
     
    De acordo com informações, Antonio defendeu o filho em uma briga com familiares da vítima, mas não sabia que o mesmo já havia a assassinado. Por esse motivo foi acusado como coautor no crime. Só agora, segundo a defesa do Sr. Antonio, o mal entendido foi esclarecido.
     
    O CASO
     
    Bira assassinou a golpes de faca, sua ex-companheira Zilda dos Santos Silva, em 1º de maio de 2005, após uma discussão por causa de pensão alimentícia.
     
    De acordo com relatos, Bira havia repassado apenas R$ 90 reais dos R$ 100 reais exigidos, na época, por Lei a Zilda e a filha do ex casal. Ao encontrar Bira em um determinado local, Zilda cobrou os R$ 10 reais que faltava da pensão, houve uma discussão e minutos depois foi assassinada pelo acusado no caminho de casa.
     
    Ubirajara foi preso e cumpriu 4 anos de reclusão, sendo solto após esse período mediante intervenção judicial. Seu pai, acusado como coautor do crime, foi preso, mas solto também mediante uma intervenção judicial, onde alegava que o mesmo não poderia ser mantido preso, pois sofria com problemas de saúde.
     
    Porque foram julgados novamente? No primeiro julgamento, ambos foram inocentados. Os advogados de acusação entenderam que houve falhas no julgamento, a família da vítima pediu que os advogados entrassem com o pedido de anulação da decisão do júri, a promotoria acatou e anulou o julgamento.
     
    A juíza que presidiu o júri na época, foi Patrícia Sobral Lopes. O promotor de Justiça Aldo da Silva Rodrigues e os advogados Misael Ferreira de Cerqueira, Dílson Lopes e Benedito Carlos da Silva também atuaram na sessão.
     
    As informações do site São Gonçalo Agora.
     



    Comentários


    30/04/2014 as 22h45m
    kkkkkkkk escreveu:
    ele foi solto pq ele não matou a filha do juiz ou promotor.
    01/05/2014 as 23h37m
    Perca de tempo escreveu:
    Polícia prende e a lei solta quando mata o direitos humanos Cai em cima sem contar os advogados q defende cada caso d da nojo tem é q matar essas desgraças tudo aí ta resolvido
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