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  • Chefes de facções ordenava execuções e torturas dentro de unidades prisionais e ainda acompanhavam ao vivo: Agente Público se manifesta

    “Não acabaram, não fizeram nada para acabar e o pior é que eles estão fazendo pior do que os governantes anteriormente. Bolsonaro já vai completar 2 anos de mandado e de lá para cá, o que ele fez, nada, apenas usando o poder e órgãos públicos para defender os crimes que os filhos e amigos praticaram e vem praticando. Trabalho na área policial e não aprovo o governo Bolsonaro”. “


     Chefes de facções ordenava execuções e torturas dentro de unidades prisionais e ainda acompanhavam ao vivo: Agente Público se manifesta
    Foto Gleidson Santos

    Criminosos que comandavam facções de dentro de unidades prisionais na Bahia, que foram alvos da operação da Polícia Civil na última terça-feira (27-10-2020), acompanhavam execuções em tempo real de dentro das prisões. Um Agente Público que trabalha na Área de Segurança Pública do Brasil, fala que existem um câncer na violência e que a tendência é cada dia que passa ficar pior, devido os desleixos das autoridades responsáveis por criarem leis, que executam, as leis e até mesmo que faz cumprir as leis.


    O Agente que com que não quis ser identificado, afirmou para reportagem do Polícia é Viola, que a impunidade no Brasil está destruindo as famílias. “Nosso Código Penal está completamente defasado e não há interesse de nenhum órgão que essa impunidade seja combatida ou até mesmo banida. Não vou aqui generalizar as pessoas que claro existem algumas que quer sim combater a impunidade no Brasil, mas generalizo todos os três poderes (legislativo, Judiciário e Executivo) e também todos os órgãos como (OAB; MPF, PGR, TCU, MPEs) dentre outros”.


    O agente público segue: “Veja o que citei acima não é verdade, na última eleição presidencial, muitos brasileiros foram brutalmente enganados pela família Bolsonaro. Durante toda campanha e até mesmo antes dela, eles esculachavam o PT e depois passaram a esculachar todos os políticos de esquerda e de direita. Alegavam que eram farinha do mesmo saco e que não faziam nada para combater a criminalidade, a corrupção o crime organizado e que eles lutariam para acabar com tudo isso”.


    “Não acabaram, não fizeram nada para acabar e o pior é que eles estão fazendo pior do que os governantes anteriormente. Bolsonaro já vai completar 2 anos de mandado e de lá para cá, o que ele fez, nada, apenas usando o poder e órgãos públicos para defender os crimes que os filhos e amigos praticaram e vem praticando. Trabalho na área policial e não aprovo o governo Bolsonaro”. 


    “Como é que a primeira lei que Bolsonaro mandou fazer e aprovou em tempo record foi incentivar a violência. Armas de fogo sempre e será usado para violência. A Arma de fogo tem e deve ser usada por pessoas qualificadas como policial, segurança que trabalham diretamente manuseando armas. Como que uma pessoa que trabalha com outras profissões tipo: professor, jornalista, mecânico, eletricista, pedreiro, dentre outras, terá habilidade em se defender diante de um conflito”, explica o agente.


    “Pois, na verdade, Bolsonaro quer criar uma milícia armada que defenda suas maluquices, mas aqui no Brasil, ele não vai conseguir, vai passar os 4 anos todo trabalhando para incentivar essa milícia e deixando de lado, como é visível: a saúde pública, educação, infraestrutura, social, cultura, esporte, saneamento básico, meio ambiente, agricultura, é visivelmente esses desleixos do presidente Bolsonaro. Quem quer mesmo lutar para minimizar a impunidade no Brasil, começa incentivando a Reforma do Código Penal e acabar com as brechas das leis, acabar com o jeitinho de pagar uma defesa boa, um jeitinho de comprar sentenças, enquanto não fizerem isso, a tendência do Brasil será cada vez mais pior do que ano que passou e que passará”, indagou o policial.

    Guerra de Facções

    A informação é do delegado Felipe Neri, que participou das investigações.
    Na operação Gunsmith, contra duas organizações criminosas no estado, foram expedidos 79 mandados de prisão, busca e apreensão em cinco cidades baianas. Desses, 76 foram cumpridos. Foram presas 28 pessoas e três apreendidas.
    De acordo com Neri, os alvos da operação criaram um “tribunal do crime”, onde os chefes das facções determinavam penas para seus rivais ou qualquer um que entrasse em conflito com eles.


    “Duas facções vinham disputando o território em Senhor do Bonfim com vários homicídios como resultados dessas disputas. O comando dessas duas facções estava sendo de dentro do presídio de Juazeiro e dentro do presídio de Feira de Santana. Durante o cumprimento dessas “penas”, os executores entravam em contato com eles [presos] no momento da ação, via celular, para que eles presenciassem, em tempo real, que estava realmente sendo cumprida a determinação”, revelou o delegado.


    Segundo Felipe Neri, duas pessoas que tiveram desavenças com pessoas desses grupos, tiveram suas “penas” exibidas em tempo real para os homens apontados como mandantes.


    “Uma senhora teve um desentendimento com uma das facções e a pena foi ceifar a vida do filho dessa pessoa, o que de fato aconteceu. Eles [mandantes do crime] acompanharam em tempo real, por celular, o cometimento desse crime, onde mataram o filho da senhora como punição”, disse.


    “Teve um outro caso em que eles atiraram na perna de uma senhora, em Senhor do Bonfim, para que ela ficasse deficiente e esse fato também foi acompanhado por eles de dentro do presídio, em tempo real, além de torturas e crimes que eles acompanhavam de dentro do presídio. As investigações comprovaram que mesmo eles estando encarcerados continuavam comandando o crime organizado em Senhor do Bonfim e região”, detalhou.


    Investigações e operações


    Todos os presos são suspeitos de integrarem as duas organizações criminosas com atuação de tráfico de drogas, porte ilegal de arma, homicídios e corrupção de menores na Bahia. Os presos foram levados para o Conjunto Penal de Juazeiro, no norte do estado.


    De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia(SSP-BA), na operação, foram cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão em residências e presídios nas cidades de Senhor do Bonfim, Juazeiro, Lauro de Freitas, Feira de Santana e Barreiras.


    Durante a operação, foram aprendidas drogas e aparelhos celulares no Conjunto Penal de Juazeiro. Em um imóvel, em Senhor do Bonfim, a cadela farejadora Jade, da Coordenação de Operações Especiais (COE), detectou cocaína na parte superior de um armário. Em outra casa, um traficante tentou se esconder atrás de um armário, mas foi encontrado.

    A operação foi realizada pelo Departamento de Polícia Civil do Interior (Depin), através de investigação da 19ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Senhor do Bonfim), com apoio da Superintendência de Inteligência (SI) da (SSP-BA).
          



    Comentários


    30/10/2020 as 18h43m
    O mito virou Minto escreveu:
    BOLSONARO agora é o pior bandido que este país tem.
    30/10/2020 as 23h55m
    visão escreveu:
    por mim joga esses bostas todos dentro de um buraco e toca fogo.
    02/11/2020 as 13h03m
    Anônimo escreveu:
    A população votou no governo Lula a favor do porte de arma não foi Bozo que fez o referendo. O que esse agente tem que denunciar são os colegas dele que vende os celulares para os presos .
    04/11/2020 as 01h12m
    Publicação inultil e partidária escreveu:
    Quando acontece esse tipo de denuncia direcionando para determinado grupo já fica claro qual o objetivo e ainda mais vindo de pessoas que fazem parte de centrais sindicalistas vai procurar um canavial chupa charque
    04/11/2020 as 15h52m
    Observador. escreveu:
    Nobre semelhante anônimo; não são apenas celulares vendidos pelos agentes, o comércio/logística envolvendo material ilícito é vasta. O diretor/fsa, tem que continuar com ações preventivas e enérgicas para tentar combater essas práticas criminosas desses vermes que fomentam o crime dentro das unidades penitenciárias.
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